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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

BDSM na TV

Abrindo o Ano com atividades:

Programa de TV vai debater BDSM o tema é Fetiche: Prazer ou Doença, no Programa Interferencia, canal 6 da NETSul no dia 29/01/2010, de sexta para sábado as 00:30 min.

Como a o canal só passa nos estados do sul, quem tiver interesse de assistir é transmitido ao vivo pela internet: http://www.poatv.org/ .

E pode ainda participar antes da discussão participando da comunidade no orkut: BDSM no Interferência




Nas Palavras do Produtor:

" Neste dia 29 de janeiro à zero hora e trinta minutos o Programa Interferência (exibido pelo canal 6 da NETSul, sempre nas madrugadas de sextas para sábados, às 0h 30m) estará completando 5 anos de vida!
Mas não se trata apenas de um programa de TV!
O Interferência é muito mais que isso, é um ícone para uns e uma aberração para outros.
Tecnicamente mal feito, um croma key intencionalmente sujo, o Interferência tem como seu grande mérito ser o mais democrático e revolucionário programa da TV brasileira.
A interferência DIRETA dos telespectadores que telefonam e entram ao vivo, debatendo com convidados e apresentadores, e mais, dirigindo remotamente o programa é algo ímpar na TV brasileira e será neste mesmo programa que o tema "Fetiche. Prazer ou Doença" será pauta no dia 29 para 30 deste mês.
Convidados Alexandre Medeiros (Queer Fiction), DOM Mask, Domme Carla e Domme kyra, além da presença do Pastor Lázaro e de psicanalistas a serem confirmados farão deste um programa de profunda reflexão sobre nossa realidade e sobre a opressão que sofremos. "

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

24x7* artigo - 1a. parte

24/7 quer dizer simplesmente 24 horas por dia - sete dias por semana.
Relacionamento a longo prazo.
O que não é tão simples, pois normalmente significa o desejo de um compromisso para o resto da vida ou uma relação com muitos ou a maior parte dos atributos que são familiares a todos nós na sua versão baunilha - o casamento.
Muita coisa na moderna comunidade D/s se assemelha ou copia a tradição.

Exceto pelo fato de que, de muitas formas, os parceiros mostram um nível de expectativa pelo relacionamento que tende a ser maior.

O que vemos hoje na comunidade é bem similar em certos aspectos ao que chamaríamos de um relacionamento "normal" há 100 anos - entendendo D/s como a Dominação que um parceiro exerce "sobre" o outro.

Há indícios de que as pessoas percebem a "integridade casual" do contrato de casamento tradicional nos dias de hoje, com seu freqüentemente limitado compromisso pessoal, e rejeitam a forma como a sociedade aparentemente aceita isso.
Este seria um dos motivos para o rápido crescimento da comunidade D/s, que estaria ligado à insatisfação de muitos com esse fenômeno.
As pessoas procuram força.


Muitos vêem fraqueza social nesse ambiente permissivo em que estamos, e desejam encontrar a "imagem" ou "substância" do tipo de comunidade ou segurança que acreditam que era normal na época de seus avós.

Com a mudança vem uma sensação de insegurança e uma inquietude interna.


Há com freqüência um forte sentimento de caos, ou, para o indivíduo, a impressão de estar perdido.
Do ponto de vista da mulher, tal alteração ofereceu uma liberdade até então desconhecida em termos físicos e financeiros, e com ela veio a ansiedade de não saber se o companheiro tem de fato a firme resolução de permanecer ao seu lado para o que der e vier.


Em muitos casos os homens tendem a ver essa nova liberdade como algo que diminui a sua responsabilidade de manter o relacionamento quando ocorrem problemas ou quando as coisas ficam difíceis.
Outro aspecto que não deve ser menosprezado é o crescente desejo, de ambos os lados, de experimentar o oposto da expectativa tradicional.


Para muita gente esta é provavelmente a primeira vez na História em que se torna relativamente aceitável explorar sentimentos que há 30 anos, se fossem expostos publicamente, poderiam arrasar a vida pessoal, a carreira e a reputação de alguém.


As respostas a estas mudanças são bem diferentes de acordo com o gênero: em muitos casos, submissas tendem a procurar ativamente a força do homem tradicional (mesmo em relacionamentos homossexuais); já os submissos parecem desejar abandonar esse papel e encontrar sua completude através de aspectos antes inexplorados de suas personalidades e do eu interior.

Somos todos o produto de milhares de anos de evolução, experimentação, mutação e sucesso.
O que hoje consideramos tradicional na verdade só passou a ser tradição há um período de tempo muito curto.

As tradições de hoje datam de menos de 2.000 anos, e a maior parte dos aspectos organizacionais do "macho dominante" e da "fêmea submissa" podem ser identificados como comportamento patriarcal imposto por organizações religiosas ou governos.

Sempre houve sugestões de que esse modelo patriarcal era "o" padrão da humanidade nas sociedades mais antigas e primitivas.

Entretanto, isso pode não ser tão correto quanto parece à primeira vista.

As tribos primitivas modernas, formadas por povos que se mantiveram afastados de qualquer interação com populações maiores, freqüentemente moldam suas sociedades sem o que consideramos estruturas patriarcais dominantes tradicionais.


Então, mesmo quando falamos, nossa compreensão da História humana continua a ser escrita e reescrita, à medida que somos forçados a considerar que o que poderia ser o modelo preponderante nos relacionamentos humanos é uma forma compartilhada de dominação, em que um parceiro domina algumas decisões e o outro domina as outras decisões, num esforço cooperativo para que a "família" seja bem sucedida.

Um olhar atento sobre nossas próprias sociedades mostrará que há evidências deste tipo de comportamento em virtualmente todas as culturas.

Muita coisa em D/s tem a ver com os desejos de quem observa do lado de fora.

Há a imagem de força, pureza, sensualidade, erotismo, a remoção de freios sexuais impostos de forma puritana, tudo isso acoplado a traços ideologicamente soberbos, tais como lealdade, honra, respeito, integridade, confiança, sinceridade e compromisso.


Viver de acordo com essa imagem é bem diferente, ou muito mais desafiador.
Tornou-se algo cinicamente aceitável esperar que os relacionamentos dêem errado.

A expectativa de falha oferece, de certa forma, uma rota de fuga mental do valor integral de palavras, votos e compromissos.


As pessoas "sabem" que, se houver um problema na relação conjugal, os amigos, a família e os colegas de trabalho balançarão a cabeça para mostrar que compreendem, e que ninguém vai perder sua reputação ou ficar sem ter como encarar os outros por causa disso.

Para o D/s funcionar, a palavra do indivíduo precisa ter sentido e valor.

Um dos fundamentos da relação é a confiança.

Se a sua palavra é fluida, você não pode estabelecer e sustentar esta confiança fundamental. Isso já basta para nos forçar a desaprender alguns hábitos baunilhas.
Alguém que ativamente quebra sua palavra ou seu juramento no meio D/s se torna inconfiável - e isso vale para Dominadores e submissos.


Sem a confiança fundamental, o relacionamento deixa de existir em qualquer tipo de estado positivo ou de crescimento.
Torna-se crucial revelar com clareza exatamente aquilo que se quer dizer, e ouvir atentamente para escutar exatamente o que o parceiro diz.


Muitas vezes somos ensinados a dizer não a verdade, mas aquilo que acreditamos que o outro quer ouvir.
A verdade pode ser dura ou cruel, mas ela é o fio da lâmina que provoca muito menos dano que aquele provocado por um falso verniz.

Honestidade é essencial.

Esconder ou mascarar qualquer coisa levará rapidamente a um emaranhado de problemas e na maioria dos casos a minar o potencial da relação.

Para que acreditem em você, é preciso que você construa sua credibilidade.

Se sua palavra for considerada fraca ou tênue, então você não obterá respeito, confiança ou valor. Muitos se atiram aos relacionamentos 24/7 com os olhos arregalados para suas potencialidades. Sonhos coloridos baseados em fantasias, delírios, expectativas irreais e idéias completamente diferentes daquilo em que realmente entram.
Reconciliar imagem e realidade leva algum tempo, muito trabalho e, normalmente, anos de esforço e comprometimento.

Desenvolver ou abraçar o todo de si mesmo não é uma coisa que vai acontecer dez minutos depois da primeira conversa numa sala de chat D/s ou no dia seguinte à primeira experiência real.
É um processo preenchido por lutas.


Um submisso que conheço descreve essa caminhada assim: "submissão é muitas vezes como uma insurreição, uma guerra constante contra mim mesmo, na qual se engajam meu desejo e minha força de vontade".

Submissão não é uma constante, não é algo que se escolhe e então se torna real a partir do momento da escolha.

Dominação também não é uma constante.


Sugerir algo assim nega a completude do eu interior.

Dominadoras sentem muitas vezes as fraquezas e vulnerabilidades pessoais, como qualquer ser humano.

Ser capaz de experimentar estes momentos abertamente, sem censura ou julgamento, é também parte de ser completo.

Muitas Dominadoras iniciantes acreditam que mostrar essas fraquezas fará os outros perderam o respeito por elas. Na verdade, é o oposto. Perder a vergonha é uma demonstração de força. Abraçar a inteireza do próprio ser é algo que fortalece e reforça o ego ou a plataforma em que se vive.

A relação 24/7 requer que ambos os indivíduos se concentrem no crescimento positivo.
Torna-se obrigatório desenvolver novas habilidades e flexibilidade pessoal para se adaptar aos desejos e necessidades específicos do parceiro.

É preciso remover de forma ativa e seletiva os hábitos baunilhas, tão arraigados, de reagir de acordo com expectativas.


Uma relação 24/7 não sobrevive a mentiras, desonestidades, juras casuais, ou qualquer demonstração de inconfiabilidade.

As ramificações do fracasso para um casal D/s costumam ser mais devastadoras do que as conseqüências similares em relacionamentos baunilhas.

Em geral, o investimento é mais profundo, especialmente se o casal D/s (como normalmente ocorre) se envolve com práticas SM.


D/s exige mais.

Os níveis de compromisso e responsabilidade são significativamente mais altos.

E, em conseqüência, também os desafios e desgastes, para qualquer um que se envolva ao longo dos anos que se seguem ao encontro inicial.

Tais relacionamentos não deveriam começar de forma ligeira ou casual.


O tempo não é um inimigo nesse caso.

Demore-se o quanto for preciso para investigar cuidadosamente todos os aspectos de seu parceiro em potencial antes de realizar qualquer movimento em direção a um laço mais profundo ou intenso, antes de considerar uma relação 24/7 ou de tempo integral.


* autor desconhecido, publicado no meu site em 2001

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Bela, Senhor WZ e Reconhecimentos Públicos

Mensagem enviada por Bela em 11/11/2009 e postada aki com a devida autorização na mesma data, na medida do possivel e no desejo de cada um, solicito que escrevam para a revista dando sua opinião e pedindo mais e mais publicações SM e Fetichista. Segue o e-mail:

O Senhor WZ?

Bem...
Nem preciso falar, mas vou!!
Ele chegou bem de mansinho...
E conquistou com sua humildade, amizade e carinho o meu coração.
É um amigo querido.

Daqueles que não tem sol nem chuva..
As quintas-feiras do Dominna são dele..
Por puro merecimento.
Pura dedicação.
Fico muito feliz quando os amigos o apoiam indo aos encontros...

Pessoas dedicadas assim no meio são raras e merecem todo o nosso reconhecimento.
Foi assim quando a revista Playboy me telefonou pedindo uma indicação de um Bondagista.. Quem mais... Ele.
Já estava pronto para esse passo tão importante: o do reconhecimento.

E hoje ele recebe meus aplausos por tudo que conquistou por seu mérito.
Parabéns querido..
Que a Playboy seja a primeira de muitas outras.. Pois vc merece!
Não apenas ele recebe os méritos, mas toda a Comunidade BDSM e Fetichista.
Faça sua parte: Compre a revista e se possível escreva dando seu parecer e
pedindo mais e mais publicações Sm e Fetichista.
Todos nós ficamos muito felizes com tamanha consideração pelo Bondage Nacional!!!











terça-feira, 10 de novembro de 2009

CUIDADO COM O QUE PEDES....

... POIS PODES SER ATENDIDO.

Cada dia que passa fico com a sensação que nada muda...
que sou cada dia mais consciente de mim, do que sou dos desejos que tenho, da vida que quero
e como os que aki chegam, não sabem nada de si.
Sabem das punhetas que batem na noite, solitários,
sonhando com imagens e videozinhos que vêem pela rede,
imaginando que akilo é o ápice da realização do fetiche de uma vida.

Quanta besteira ...

Não estou aki para tripudiar sobre as fantasias dos outros.
Cada um bate sua punheta com a fantasia que bem entende.
Fantasia é apenas isto: uma fantasia.
Existem as que são para ser realizadas, tu compra uma roupa diferente numa loja especializada, uns acessórios, vai numa sexshop conversa com a parceira ou parceiro e depois de uma boa conversa: pronto!
Claro que tem algumas que não dá pra ser realizada assim tão simples, precisa de conhecimento técnico...
Uma Domme por exemplo...
Já é uma busca mais difícil, minuciosa, para que os desejos e fantasias de um, combine com os desejos do outro.

Tem submissos que passam anos procurando esta pessoa.
E num dia depois de buscar, observar, conversar e conversar, acha que encontra.

E encontra mesmo.

E como procede?
Conversa, conversa, faz tudo ou quase tudo o que já falei por aki, se faz acertos, negociações
Se cria expectativas...
Se mexe com desejos
Os desejos do sub, que parece ter encontrado o que finalmente procura
e os desejos da Domme, que parecer ter achado um submisso serio, interessante ao ponto de fazer ela, a Domme, abrir espaço em sua vida para ver a possibilidade de ter akela peça como sua.

Acontece um primeiro encontro para se conhecerem, saem ambos satisfeitos
e as coisas vão acontecendo...
Ela o Domina num primeiro encontro, num segundo, num terceiro....
e então ele se sente tão completo, tão realizado, vivendo seu sonho tão acalentado, que não estava preparado para que ele virasse realidade, e então...
Não suporta o peso desta realidade
Não suporta o peso de se sentir tão dormindo ( como ele sempre sonhou)
Não suporta o peso de ter uma Dona o controlando (como ele sempre quis)
Não suporta o peso do desejo que o consome mais a cada instante ( como ele também quis)
Não suporta o descontrole que sente, cada vez que a Dona esta por perto, pois sabe que ela o domina completamente, Ela sabe como aumentar ainda mais os desejos que ele sente e Ela consegue dar o alivio para este mesmo desejo. Um alivio tão intenso que é mais que um gozo, é mais que um orgasmo, pois ele nem sempre tem a permissão para tanto, mas mesmo assim o alívio só vem através das mãos d´Ela.
E só Ela.

E então ele teme.

Teme o poder que Ela tem sobre ele, um poder que o impede de raciocinar com clareza, onde só o desejo e tesão tem vez.
Ele teme este poder que ele sempre procurou mas nunca imaginou que fosse assim tão intenso, que o tirasse do controle da sua vontade, que naquele momento em que Ela o tem, ele perde todo o controle de si,
E ele não esta pronto para isto....
não esta pronto para se entregar, por mais bonito que seja o seu discurso, por mais maduro e centrado que pareça ser, não... não é isto que prepara um homem pra uma experiência de tal magnitude.

O que prepara um homem para viver algo assim é o desprendimento, é a confiança.
Não a confiança de que a Domme não vai machuca-lo fisicamente, mas uma confiança ainda maior: saber que a Dona não vai machuca-lo psicologicamente.

É o MEDO.

É isto que impede que este desprendimento aconteça.

O medo paralisa, enfraquece, empobrece a alma.
Mas mais do que qq coisa, o MEDO, faz com que o sub se afaste do que ele mais quer, que é servir a Domme que ele custou tanto a encontrar.
O MEDO o afasta dos seus sonhos e desejos,
por isto:

Cuidado com o que pedes, pois podes ser atendido.

Lilith Dumm
A mão que acaricia é a mesma que bate!

:)

sábado, 10 de outubro de 2009

FEMINIZAÇÃO FORÇADA

Tem gente que se oferece como sub e coloca como pontes fortes de seus fetiches, inversão de papéis e feminização.

Quer deixar claro aki: Não tenho mais interesse por Feminização Forçada.

Salvo, claro meu delicioso fetiche por Homem de Calcinha.

Não tenho NADA contra Travestis, CrossDressers, Transexys e Drags claro, não posso esquecer, não tem haver com BDSM, mas tem haver comigo e qq outra demoninação que alguém se encaixe, até pq tenho amigas queridas em quase todas as classificações, com hormônio e sem hormônio.

Mas EU não vou aceitar nenhum CD ou sissy que se apresente para mim querendo ser feminizado. Não Me interessa mais.

Tem uma confusão no meio...

Quando comecei a dominar, na verdade antes disto, eu descobri o CrossDresser, e fiquei fascinada e fui estudar, pesquisar o que era... e já na época começada a ter uma confusão mesmo entre CDs, mas o que diz a literatura é que uma CrossDresser é um homem que gosta de se vestir de mulher, adora o universo feminino, mas não abre mão do seu dia a dia masculino, inclusive, CDs, e eu lembro bem desta parte, não se depilam, não gostam de homem, não tomam hormônio, muitas vezes são casados e suas esposas são suas companheiras nestas aventuras...

ISTO é ser CrossDresser, ser fascinado pelo inverso feminino passear por ele mas sem se tentar ELA.

Não é bem isto que tenho visto por ai e não sou eu que vou levantar bandeira defendendo um conceito....

Ma sissy é uma garotinha da sua DONA uma garotinha num sentido meio pejorativo esta era a definição que li a primeira vez que ouvi sobre sissy num site americano e com a dificuldade de quem nao le ingles, mas tem uma desejo doido de saber o que se passa, usando dicionários e tradutores online... ate achar um sub com um bom conhecimento de inglês ( que a Deusa permita que eles nunca me faltem risos ) entre 1998 e 1999 fui aprendendo sobre sissyficação e feminização forçada.

O que sei diz que a feminização forçada e a sissyficação são infligidos pela dona e não um desejo do sub, ou melhor quase uma exigência....

muitas vezes chegam de mansinho dizendo que querem fazer isto ou por akela roupa... ou sapato só para agradar a dona, não dando tempo se quer para pensarmos se queremos que este objeto vista tal roupa. Sem contar que as fantasias de muitos, vão muitas vezes alem dos meus desejos de Dona...

Tem alguns que se chegam se oferecendo que são tudo menos submissos.
Depois de muito me aborrecer e ate me machucar, resolvi que não vale a pena.

Não me interessa ser Espectadora da Feminilidade alheia.
Uma feminilidade que não foi eu que a induzi, nem tenho poder sobre ela...
Uma feminilidade onde não sou DONA, não me interessa...

Lilith Dumm
:)

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

O MEU DOMINAR

Li e ouvi tantas coisa nos últimos dias que ainda estou tonta...
Separei várias coisas para comentar...
Vi coisas aki que me deixaram triste

Outas que me fizeram sacudir a cabeça de pesar,
Outras que me deixaram contente por ver que nao sou a unica a pensar de determinda forma...
Até dei umas boas gargalhadas,
E ainda tini de irritação de outras cositas...

Então pensei, se eu for responder de forma pontual vou dizer coisas que posso me arrepender, fui buscar algumas coisas que já tinha escrito, outras escreverei especialmente para este momento.
De qualquer forma deixei passar um tempinho para baixar a poeira pois já que não posso olhar nos olhos de ninguém e não vão ouvir a docura da minha voz ao falar e ver quanto o tema me apaixona e por isso mesmo gosto de dar meus pitacos se as coisas não vao lá muito bem... principalmente quando vem diretamente na minha direção.

Entao resolvi falar sobre algo MUITO especial pra mim..
Que é o DOMINAR....
Aviso que se o tema não interessa muito pra alguns,
Nem se deem o trabalho de continaur lendo....
Não vou ficar magoada por isso...
pq só vou escrever sobre o que EU penso,
Mas nada... : )

Já tive muitos escravos virtuais e outros reais...
No tempo que eu frequentava sala de chats, tinha dias que as salas eram inundadas por nicks com _LD como coleira... isso já faz um tempinho (põe tempinho nisto, risos), aprendi muitas coisinhas nesses últimos anos e a mais importante delas, com certeza foi o respeito pelo ser humano que meu escravo é, não importando quem ele seja.


Meu escravo e alguém que veio até mim. por livre e espontanea vontade.
É alguém que se tornou meu pq aceitou meus termos, assim como eu aceitei respeitar os dele.
É meu escravo pq ele me da prazer e não importa aki a forma exata desse prazer, mas com certeza meu escravo é um ser que pensa e que tem uma vida fora da rede e longe de mim.
Ele estuda, trabalha, tem familia, amigos; ele tem um universo que não é o meu e vai continuar tendo mesmo depois que ele não for mais meu.

Meu escravo é um homem ou mulher que mesmo sem nenhuma experiência prática em BDSM é alguém que esta disposto a aprender, que vai se esforçar pra me agradar; que respeitando os limites pré-estabelecidos, vai fazer força pra nunca me decepcionar; é um escravo que sabe que a dor que eu lhe proporciono é uma forma de lhe agradar ja que ele é um masoquista ou que a humilhação que eu o submeto é um carinho, já que ele é um homem ou mulher extremamente submisso e seu prazer esta ai...

Eu sou uma Dominadora onde o sentimento de posse e tremendamente exacerbado, que se não sentir que o escravo me pertence, eu não conisgo aceita-lo como meu...

Que se eu não tiver certeza da fidelidade dele eu nunca vou reamente te-lo como meu...
Onde o meu sentimento de posse sao os PRIMEIROS 50% do meu prazer.
Os outro 50% são uma compinação de diversos elementos ligados TODOS ao BDSM.
Eu Domino e meu domínio não vem pela agressividade, vem pela doçura...

Meu chicote não é de couro mas sim é o som da minha voz que corta, não o corpo, mas a alma submissa do meu escravo...

É meu olhar que perde a ternura e a firmeza constante para se tornar duro e frio fazendo o corpo do meu escravo extremecer e diferente das outras vezes, nessa hora, não é de prazer...
O escravo ao se tornar meu sabe que eu sou a responsavel pela sua integridade física durante os jogos e pelo resto, fora dele...
Meu escravo é meu pq tem prazer na minha forma de dominar e muitos aki sabem o quão peculiar ela é.

Ao ser meu, meu escravo se entrega como nunca se entregou a ninguem, eu o conheço como ninguem mais o conhece, pq eu vislimbro sua alma, conheço os desejos mais secretos, os sonhos mais escondidos, os medos mais remotos, as vezes eu o conheço melhor do que ele a si mesmo...
Domino quem quer me pertecer, pq a consensualidade existe até mesmo quando não existe limites.

Uma relação entre EU, a Dona e o escravo, a propriedade, só esta assim estabelecida pq EU quero possuir e o escravo quer ser possuido, nossa relação existe pq a minha forma de domínio vem de encontro com a forma que o escravo quer ser dominado, NADA acontece na relação sem que seja de consentimento das duas partes.

No momento que um escravo usa a minha coleira, a coreira da Dona, a relação não é mais de duas partes distintas. Uma relação onde o dominio e a entrega de um e de outro é uma mesma coisa. São partes de um mesmo jogo e onde nao existe o consentimento de uma parte, nao existe jogo.

EU amo o que possuo...

E como Dona sou amada pelo que é meu.

aos que chegaram aki,

obrigada pela paciência e espero que todas as entrelinahs tenham sido visíveis

meu mais terno sorriso
: )


Lilith Dumm
" A mão que acaricia é a mesma que bate..."

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

FACIL FACIL o que querem

Hoje tudo é fácil.
Tão fácil.
Tão fácil,
Que a qualidade escoa pelo ralo.

Antes era muito mais difícil, muito mais complicado e muito mais verdadeiro.
Que me perdoem os que se são da velha guarda e mesmo, aos jovem e ao novos que por estas bandas se descobrem, todos começamos um dia.

Eu também comecei e lembro bem como foi difícil e ainda o é, pq cada um que chega para servir é um começo novo.
A diferença é a seriedade com que hoje as pessoas tratam disso.
Minto.
Hipocrisia sempre teve e sempre caímos nela, em maior ou menor grau.
O que tem mais hoje, são usuários de internet.
E isto serve para tops e bottons; dominadoras e dominadores; submissos e submissas que acham que tudo é fácil...

Que tudo é só uma disculpinha pra uns @tabefes@ e umas @fodas facies@ como teria dito um velho conhecido e já há muitos anos.

Infelizmente as coisas não vão mudar, e eu também não.
Sou assim.

Quem quer me servir, quem me quer como Dona,
sabe exatamente o tipo de Senhora que o espera.
Se não gostou, procure outra.

:)